Bonança, Moreno-PE

Flora e fauna do nosso "Condomínio Alamêda dos Ipês"


Um catálogo sobre as observações do nosso condomínio. Todas as fotos foram tiradas dentro do nosso paraíso. Vamos cuidar da nossa natureza!

Você tem fotos? Mande para Heiko (endereço abaixo)! Agradecemos!!!


Nossa riqueza está crescendo. Que maravilha!


Borboleta, mariposa

Espécie ainda não identificada

 

Fotos: Tatiana

Data: 20.05.20


Uma espécie de diplópodes 

 

Foto: Heiko Brunken

Data: 15.03.20

Lote: 80

 

Os diplópodes (Diplopoda) são uma classe do subfilo Myriapoda, vulgarmente conhecidos como piolhos-de-cobra. Vivem em ambientes húmidos, com pouca luminosidade e com material orgânico disponível para a alimentação, podendo ser carniceiros e parasitas de plantas. Outros nomes pelos quais são conhecidos incluem embuá, gongolo e variantes. Os diplópodes são um grupo de artrópodes que se caracterizam por ter dois pares de patas na maioria dos seus segmentos corporais e que se classificam taxonomicamente como uma classe. Cada segmento com dois pares de patas é o resultado da fusão de dois segmentos simples. Fonte: Wikipedia


Anu-branco

Guira guira

 

Foto de Igor Felipe, filho de Marcos A. Silva, 01.05.20

 

É usualmente encontrado em bandos familiares. Seu nome científico significa: do (guarani) e do (tupi) guyra = ave, pássaro. Mede entre 36 e 42 centímetros de comprimento, incluindo seus 20 centímetros da cauda, e pesa entre 113 e 168,6 gramas.

Fonte, e leia mais: https://www.wikiaves.com.br/wiki/anu-branco

 


Cobra coral verdadeira ou falsa?

Olha, que animal bonito! As fotos foram enviadas por Tatiana. A cobra foi encontrada no dia 21 de maio de 2020 e foi devolvida à natureza. 

Falta ainda identificar a espécie. Vamos falar com especialista. Por enquanto, tem um site de Batista "Cobras venenosas" com mais informações:

 

"Diferenciar uma serpente micrurus (Cobra-Coral-Verdadeira) de uma cobra peçonhenta de outra espécie tendo conhecimentos de ofiologia, torna-se mais fácil do que a distinção entre micrurus e falsas corais, com ou sem as mesmas características. Mas, se você não possuir conhecimentos específicos sobre répteis e quer identificar uma serpente somente por curiosidade, não se arrisque. Principalmente, se esta for uma coral. Pois, além de existir duas delas com mais semelhanças do que diferenças, o órgão que diferencia e identifica 100% as serpentes peçonhentas das não peçonhentas é a fosseta loreal, e esta às cobras corais verdadeiras (peçonhentas) não possuem."

 


Borboleta

Espécie ainda não identificada

 

Foto: Tarciana

Data: 23.05.20


Borboleta

Espécie ainda não identificada

 

Foto: Ângela

Data: 01.05.20


Borboleta

Espécie ainda não identificada

 

Foto: Fátima

Data: 17.05.20


Quem mora na nossa caixa de água?

Fotos: Heiko Brunken; data: 29.20.20; lote: 80. Por favor, pedimos ajuda para identificação. Obrigado!


Quem é?

 

Parece uma Capivara. Mas provavelmente é uma Paca (Cuniculus paca) ou uma Cutia (ou Duarte) (Dasyprocta spec.). Ambos são grandes roedores e dificilmente podem ser distinguidos no escuro. Talvez possamos vê-los durante o dia? 

 

Ambas as espécies estão ameaçadas de extinção e podem encontrar um lar protegido conosco.

 

A foto é de um vídeo enviado para nós por Tarciana Gomes em abril de 2020.

Download
Nosso roedor secreto e desconhecido
Paca_ou_Cutia.mp4
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Muçuã ou jurará 

Kinosternon scorpioides

 

É uma pequena espécie sul-americana de cágado da família dos quinosternídeos que se alimenta especialmente de peixes, girinos, insetos e algas.

Sua carapaça possui três carenas longitudinais e o focinho termina em forma de bico [olha na foto!]. A espécie, se não for protegida, dentro em pouco estará ameaçada de extinção. Pode colocar de 2 á 3(6) ovos. (Wiki)

 

Foto: Aldenor Tenório, 26.04.20.


Sagui-de-tufos-brancos

Callithrix jacchus

 

O sagui-de-tufos-brancos, também conhecido como saguim, é uma espécie de macaco de pequeno porte do Novo Mundo, originário do Nordeste do Brasil,

A espécie vive em grupos de três a quinze animais, formados por indivíduos reprodutores e não reprodutores, adaptando-se a uma área de coleta pequena de 0,5 ha. a 35,5 ha. Isso se deve provavelmente ao fato de possuírem uma dieta rica em goma, que permite que os animais explorem outros tipos de alimento, além de frutos, em meses de escassez. Alimentam-se de insetos, aranhas, pequenos vertebrados, ovos e pássaro, frutos e são também gumívoros (alimentam-se da goma exsudada de troncos que roem com os dentes incisivos inferiores, de árvores gumíferas). Essa goma serve de fonte de carboidratos, cálcio e algumas proteínas. O sagui despende cerca de 25 a 30% de seu tempo ativo procurando por alimentos. Nas fêmeas, a maturidade sexual é atingida aos 18 meses e nos machos aos 24. O período de gestação varia entre 140 e 160 dias, depois de um ciclo estral de cerca de 15 dias. Nascem dois filhotes a cada gestação, os quais já não relativamente grandes.

Foto: Aldenor Tenório, 30.04.20. "Na nossa matinha."

Texto (e leia mais): https://pt.wikipedia.org/wiki/Callithrix_jacchus


Quem é?

 

Jacaré

 

Nosso jacaré-bebê! Gostando dos nossos açudes (aqui brincando no primeiro açude).

 

Foto: Aldenor Tenório, 30.04.20.

 

 

Download
Nosso jacaré bebê nadando - Video de Aldenor Tenório
Jacaré_Bebê_nadando_Aldenor_Tenório_3
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Quero-quero

Vanellus chilensis

 

O quero-quero, quem-quem, espanta-boiada, tetéu, xexéu ou também conhecido como abibe-do-sul é uma ave da ordem Charadriiformes da família Charadriidae.

Foto: Heiko Brunken.

Texto: https://www.wikiaves.com.br/wiki/quero-quero

 

 




Bico-de-lacre

Estrilda astrild

O bico-de-lacre-comum é nativo da África subsaariana. Foi introduzida no Brasil pelos marinheiros dos navios mercantes portugueses. Soltas, essas aves proliferaram abundantemente e hoje são encontradas em bandos nos capinzais do Sul, Sudeste, Norte, no Nordeste (nos meses de Abril e Maio) em maior quantidade, e Centro-oeste brasileiros.

Foto: Heiko Brunken. Leia mais: 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Bico-de-lacre-comum

 




Jacaré

Familia Alligatoridae

 

Ainda não há uma determinação confiável da espécie que nada em nossa lagoa (veja foto).

Foto ("nosso jacarézinho"): Heiko Brunken.

Leia também: 

http://www.ufrpe.br/br/content/pesquisadores-da-ufrpe-realizam-soltura-de-jacar%C3%A9s-pagu%C3%A1

 

 




Anu preto

Crotophaga ani

 

É da família Cuculidae que ocorre da Flórida à Argentina e em todo o território brasileiro. Para se aquecer, aglomera-se em bandos desordenados, geralmente formados por sete a quinze indivíduos. O anu-preto vive nas paisagens abertas com moitas e em capões entre pastos e jardins. Sempre anda em pequenos bandos de cinco a sete indivíduos que voam de um lugar para o outro (no máximo a distâncias de cinquenta metros), sempre saindo primeiramente o líder.

Foto ("Anu preto na chuva"): Heiko Brunken.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Anu-preto




A SUA FOTO

 

Vamos mostrar a riqueza da natureza em nosso terreno!

 

Se você tem fotos, envie-as para Heiko ou Glícia para postá-las aqui. Obrigado!